
Beijos.
Nesse blog vou contar um pouco da minha vida: Vitória, artesanato, culinária... Quero que ele sirva como divertimento, troca de informações e também para fazer novas amizades. "Tudo o que você doa, volta para você. Esta é uma lei natural: quanto mais você se doa, mais rica sua vida se torna. Espalhe sementes de doação e conheça a vida em plenitude!"(Anne Calodich)


Adelina, Patty, Vitória e Claudia Matarazzo.
Foi um grande prazer ler o livro, ele é muito mais voltado a pessoa que não seja deficiente e que não conviva com uma, mas para quem tem alguém com deficiência ele é a porta que se abre para que se gere o assunto, como é meu caso aqui...

Claudia Matarazzo, Mara Gabrilli e Vitória.
Venho sugerir a leitura do mesmo porque como a Claudia diz ninguém está livre de se tornar um deficiente ( a maior causa de deficiências hoje em dia é por conta da violência urbana) e, além disso, nossos pais e todos nós vamos envelhecer e com isso ter a mobilidade reduzida de uma forma ou outra.

Hugo Duppre, Pauê, Claudia Matarazzo, Mara Gabrilli e Vitória. A moça de preto na foto, infelizmente não sei o nome, é a arquiteta que trabalha com a Mara.
Já vinha acompanhando os textos que a Claudia escreve na AT Revista, uma revista que acompanha o Jornal A Tribuna, que circula aqui na Baixada Santista, aos domingos.
Em muitos desses textos vi a minha situação com a Vitória muito bem retratada: o texto sobre os sapatos, quantas sapatarias e lojas já não desmontamos e saímos sem nenhum sapato, em tempo, Vivi calça 25, quer sapato de mocinha mas só encontra sapato de bebê, por não mexer o pé ele precisa ser muito fácil de calçar, muito macio e para ela, lindo!!! impossível!!!
O texto sobre as roupas, excelente, temos extrema dificuldade em encontrar calças, ela passa o dia sentada então as pernas tem que ser muito longas para a dobra no quadril e no joelho, na maioria da vezes as calças são de "defunto menor"ou "pesca siri", o gancho é tão curto que a fralda fica totalmente de fora, causando a ela extremo constrangimento e um incomodo enorme na região pélvica por estar sentada.
Com tudo isso, o livro e os textos, Claudia vem mostrando um deficiente que existe, está consumindo e está na vida.
Prestemos um pouco mais de atenção a eles, demonstremos nosso respeito pelo ser humano e não pela deficiência.
"Façamos aos outros o que queremos que fizessem a nós."
"Ame ao próximo como a ti mesmo."
Beijos, Carla.